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GRUB 2.00 lançado oficialmente

Depois de mais de uma década de desenvolvimento, a versão 2.00 do GRUB (GRand Unified Bootloader) foi finalmente lançada. O anúncio foi feito na mailing-list do projecto.

Entre as novidades estão:

  • suporte para um maior número de sistemas de ficheiros;
  • inclusão de um driver EHCI;
  • port para as arquiteturas Itanium e SGI Mips;
  • tema oficial;
  • melhor modo de vídeo padrão, utilizando a informação EDID do monitor;
  • novos protocolos de boot;
  • melhores traduções.

Este é um apanhado muito pequeno das novidades do GRUB 2.00. A lista completa está disponível no anúncio oficial.

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Extensão permite configurar área de notificação do Gnome Shell

Gnome Shell trayUma das coisas que mais me incomoda no ambiente gráfico Gnome Shell é o facto da tray (área de notificação) ficar escondida no canto inferior direito. Quando, por exemplo, abro o Hotot, um cliente para Twitter, o ícone fica ali escondido e não é muito prático aceder a ele.

Este é o comportamento que a equipa do Gnome Shell pretende, principalmente na tray, que foi mantida por uma questão de compatibilidade com aplicações mais antigas. Tudo bem. O problema é que esta é uma das áreas que não permite configuração, a não ser através de uma extensão. É um defeito grande deste ambiente gráfico: pouco configurável, a não ser que alguém crie uma extensão para alterar o que se pretende. Felizmente, foi o que aconteceu.

As instruções para instalar a extensão estão disponíveis no site Web Upd8. Podem aceder a elas através desta link.

nota: testei em Debian Testing com sucesso. não sei se funcionará com outras distribuições

curiosidades

Encontrada origem de Stonehenge

Após 10 anos de investigação de Stonehenge, local envolvente e contexto socio-económico da altura, um grupo de investigadores afirma que o monumento foi construído para unificar os povos antigos da Grã-Bretanha, que anteriormente estavam envolvidos em conflitos territoriais

Stonehenge
Imagem da autoria de simonwakefield, publicada sob a licença CC-BY-2.0

Ao contrário do que se pensava, Stonehenge não foi um local ligado a misticismos e cultos, chegada de ETs, portal para outro planeta ou dimensão. O significado deste monumento é bem mais simples e, diga-se, faz mais sentido.

Durante 10 anos, uma equipa de investigadores composta por elementos das universidades de Sheffield, Manchester, Southampton, Bournemouth e University College London analisou o monumento e toda a área envolvente. No entanto, para perceber melhor o porquê da origem de Stonehenge, teve também em conta o contexto sócio-económico entre os anos 3,000 A.C. e 2,500 A.C., considerado o período das principais etapas de construção.

De acordo com Mike Parker Pearson, da Universidade de Sheffield, Stonehenge foi construído como símbolo de união entre os povos da Grã-Bretanha. Nesta altura, começou a haver uma unificação no estilo de construção de habitações, cerâmica e outros utensílios; uma mudança do anterior regionalismo que dominou a ilha nos séculos anteriores.

[…]there was a growing island-wide culture – the same styles of houses, pottery and other material forms were used from Orkney to the south coast. This was very different to the regionalism of previous centuries. Stonehenge itself was a massive undertaking, requiring the labour of thousands to move stones from as far away as west Wales, shaping them and erecting them. Just the work itself, requiring everyone literally to pull together, would have been an act of unification.

Os investigadores afirmam também que Stonehenge não tem inspiração nos antigos egípcios ou em extra-terrestes. As influências arquitetónicas, dizem, podem ser encontradas em monumentos e edifícios mais antigos da Grã-Bretanha, com origem na Escócia e País de Gales.

Os detalhes desta investigação estão disponíveis no recém publicado livro de Mike Parker Pearson, “Stonehenge: exploring the greatest Stone Age mystery”.

via Science Blog

curiosidades

Biblioteca Pública de Nova Iorque publica coleção fotográfica sobre a Grande Depressão

Grande Depressão

O dia 24 de Outubro de 1929 ficou conhecido como Quinta-Feira Negra e marcou o início daquela que é considerada a pior crise financeira de sempre. A economia americana entrou em recessão e assim se manteve durante a década de 1930, num período conhecido como a Grande Depressão.

Já na altura, tal como agora, o impacto da economia Norte Americana no mundo era grande. Países como Alemanha, Austrália, França e Reino Unido também sofreram os efeitos da Quinta-Feira Negra durante muito tempo. Continue reading

divagações

O choradinho corporativista

Choradinho corporativista

Apesar de não conseguir deixar de achar verdade esta imagem, opinião que acredito ser partilhada pela maioria das pessoas que se cruzarem com este post, o que me choca mais nela é a própria veracidade que contém. A pintura fica mais borrada quando isto se aplica a tantas coisas, como o #ppl118 – este filho da mãe deste projeto de lei deve ter um necromancer a ajudá-lo, porque não tarda nada está outra vez aí pronto a pisar coisas como o direito à privacidade.

Se o #pl118 não vos diz nada, pensem no choradinho que se tem feito por causa da crise, Troika, Euro, Grécia, falência de bancos, etc, etc, etc. Tudo aquilo que vêm em qualquer noticiário também tem um choradinho destes. Não se esqueçam que há sempre alguém pronto a lucrar com o mal dos outros e a defender a sua forma de subsistência com unhas e dentes. Tal como aqueles ali da imagem.

curiosidades

Escultura metálica de um mosquito

Escultura metálica de um mosquito

Eu odeio mosquitos. Por mim, estas pestes sedentas de sangue eram quase todas erradicadas da face da terra e só ficava a quantidade necessária para manter o equilíbrio na natureza.

Esta escultura artista russo Valery Chaliy, no entanto, já é outra história bem diferente. Ela foi construída com recurso a restos de metal e peças de automóveis, e está exposta num terreno da empresa russa Gazprom, em Noyabrsk.

via svintuss.livejournal.com