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Boys will be boys, girls will be girls

Boas notícias, sexistas: podem pousar os machados de guerra, porque a velha e chata estória da guerra dos sexos é apenas o resultado da adaptação da nossa espécie ao mundo. Aquelas conversas que tinham sobre os defeitos do outro sexo serviram apenas para passar tempo e encher chouriços.

Homens ou mulheres, somos todos parte da mesma espécie animal. No entanto, existem algumas diferenças entre os sexos. Uma dessas diferenças está no cérebro, que tem algumas particularidades diferentes em homens e mulheres. Devido a isso, exibimos comportamentos distintos entre sexos em determinadas situações. Por exemplo, os homens são mais territoriais e o nosso cérebro reage a isso de uma forma um pouco diferente do que nas mulheres; por seu lado, o sexo feminino é melhor a interpretar linguagem corporal.

Como não quero que machistas e feministas pensem que estou a mentir, remeto-vos para um artigo da CNN escrito pela psicóloga Louann Brizendine, onde a autora explica, por exemplo, porque é normal um homem ter um olhar mais demorado das partes corporais de uma mulher.

Se isto acabar com o tema de conversa do vosso grupo de amigos, recomendo que falem, por exemplo, da crise. É uma temática que vos vai dar panos para mangas durante bastante tempo.

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A superlua explicada em vídeo

Um dos meus fenómenos naturais preferidos e que sempre me causou bastante curiosidade é a superlua. De acordo com a Wikipédia lusófona, ocorre quando “a lua cheia se situa a não mais de 10% do seu ponto mais próximo da Terra no percurso da sua órbita (o perigeu). Isto acontece devido à órbita lunar ser elíptica e o seu centro não coincidir com o centro da Terra. Nos referidos casos, aparenta ser maior e mais brilhante que o normal.”

Se esta explicação da Wikipédia não vos parecer simples ou não for suficiente, este vídeo, criado por Mitchell Moffit e Gregory Brown, poderá ajudar.

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Algoritmia esquisita no Grooveshark

Já escrevi algumas vezes aqui (nesta e noutras encarnações do blog) que uso o Grooveshark – com alguma frequência, até. Os grandes motivos para isso são a enorme biblioteca musical, o interface simples, a gratuitidade e, mais recentemente, a existência de aplicações para Android que se ligam a este serviço.

De todos os serviços online do género, este é o que recomendo. Claro que não há bela sem senão. Na questão dos algoritmos, algumas coisas parecem ter sido menos bem trabalhadas, resultando em estranhas anomalias musicais que vou passar a explicar com a ajuda de uma pequena contextualização.

Uma das minhas funcionalidades favoritas do Grooveshark é a possibilidade de entrar na página informativa sobre um determinado projeto musical e ter um botão disponível que vai selecionando automaticamente para tocar músicas semelhantes ao estilo musical do artista/banda/etc em causa. Por exemplo, se hoje me apetecer ouvir Reggae, basta pesquisar por Bob Marley ou outro músico dentro deste género musical, entrar na página do artista e clicar em “Play Station”. Com isto, o serviço começa a selecionar singles dentro do estilo musical daquele artista.

Esta funcionalidade também pode ser utilizada com uma seleção prévia de uma ou mais faixas, mas assim já se ativa noutro local. O resultado, no entanto, é o mesmo: seleção automática de músicas com base no critério inicial.

Apesar de interessante e, para mim, até bastante útil, só funciona bem quando lhe apetece. Hoje, por exemplo, entrei na página sobre Skrillex (DJ e produtor de Dubstep), cliquei em “Play Station” e, entre outras coisas, ouvi House e Rock mais comercial. House Music é um estilo musical eletrónico, por isso até se desculpa, mas a seleção de Rock pareceu-me estranha. Quiçá, um mistério insondável do algoritmo que foi escrito para esta funcionalidade. Ou talvez má classificação das faixas. Não faço ideia. Sei é que a frequência destas anomalias é grande o suficiente para não se deixar de notar, mesmo que se queira ignorar. Experimentem.

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Calm.com – relaxar de forma simples e rápida

Seja a nível profissional ou pessoal, há dias em que quase perdemos as estribeiras por causa do stress. Isso acaba por afetar a produtividade, trazendo consigo consequências indesejadas. No local de trabalho, pode ser a diferença entre manter ou não o lugar; conseguir acabar ou não um projeto; etc.

Quando os nervos estão mais à flor da pele, uma das melhores coisas que se pode fazer é encontrar rapidamente uma atividade, mesmo curta, que ajude a distrair, reduzindo os níveis de stress. É aqui que entra o site calm.com. Esta página oferece uma forma simples e rápida de ajudar a descontrair durante alguns minutos, com diferentes imagens animadas de paisagens e alguns sons de fundo. Perfeito para acalmar, de forma rápida e sem qualquer custo.

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Uma das coisas que sempre quis fazer foi criar um blog colaborativo sobre música, onde se pudesse compilar as canções que ouço online e que alguns dos meus contactos das redes sociais vão também publicado; uma espécie de repositório de (boa) música. Foi por isto que, desde há talvez duas semanas, lancei o Hipsterama, um blog onde vou publicando músicas que ouço (normalmente online) e acho que valem a pena partilhar. Comigo, colabora o Pedro Esteves, o autor do Programa Lado B, o melhor podcast nacional.

Como a intenção do Hipsterama é tentar compilar as músicas que eu e algumas pessoas vão publicando nas redes sociais, escolhi o Posterous como plataforma. Graças à integração com as várias redes sociais, qualquer autor pode ter os seus posts publicados automaticamente na sua conta no Facebook, Twitter, etc.

Só agora revelo este projeto de forma mais ampla devido ao lançamento de uma rubrica chamada Hipstertape. Neste espaço pretende-se que qualquer pessoa, colaboradora do projeto ou não, possa publicar pequenas mixtapes, com especial foco para a utilização de músicas disponíveis livremente na Internet e, idealmente, com a autorização dos respetivos autores.

Qualquer pessoa, seja qual for o seu historial musical, pode colaborar com o Hipsterama. Para isso, basta visitar esta página ou contactar-me nas diversas redes sociais.

Antes de terminar o post, e já que o objetivo da mixtape que publiquei aqui é dar foco a músicas disponibilizadas livremente na Internet, ficam as faixas utilizadas e a link para a página de download de cada uma:

Não se esqueçam de fazer uma visita ao site.

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Hipster Starter Kit

hipster starter kit

O designer croata Mihael Miklošic quis tornar-se na Umbrella Corporation[1] dos nossos tempos, com a criação de um kit que permite a qualquer pessoa tornar-se num hipster ou pelo menos parecer um. Incluído neste pacote estão:

  • um par de óculos;
  • uma máquina Polaroid;
  • uma cassete;
  • uma camisa;
  • seis bigodes para colar;
  • um manual.

Felizmente, isto é apenas um conceito e não está à venda. Se assim não fosse, esta praga cada vez maior que são os hipsters (ao menos lançam boa música) poderia tomar proporções pandémicas.

1 – Umbrella Corporation é a empresa malévola da saga Resident Evil