curiosidades

Tal mãe, tal filha

mother + daughter 1

Mother + Daughter é uma série fotográfica em curso da fotógrafa norte-americana Carra Sykes. Cada díptico é composto por um retrato de Carra e outro da sua mãe, com ambas a exibir igual pose e roupa.

mother + daughter 2

A inspiração, de acordo a autora, veio de um tio que costumava perguntar, em tom de brincadeira, à sua mãe se estava a usar as roupas da filha. Devido às semelhanças esperadas entre as duas, algumas das fotos parecem realmente ser da mesma pessoa em diferentes alturas da sua vida.

humor

15 dicas para interagir com sucesso na Internet

internet trolls
via Cagle cartoons

Hoje, estou um bocado virado para o sarcasmo. Já publiquei um post sobre ilustrações assim, e esse não será o último.

O post que se segue é uma lista de 15 truques para interagir com sucesso na Internet, criada pelo blogger Shane Nickerson. Obviamente, este sucesso é meramente sarcasmo. Na realidade, a lista não é mais do que uma coleção de comportamentos de trolling e idiotas em geral. O mal dela é que todos nós já fizemos algumas daquelas coisas, mesmo que não queiramos admitir.

Segue-se a lista:

1. When in doubt, ARGUE! Being right matters.
2. Hate everything.
3. Saw it already. Funnier the first time.
4. FAKE.
5. Did he died?
6. Make fun of something someone else loves because FUCK THEM!
7. I am so smart. SMRT.
8. LAME.
9. Racism because, just kidding!
10. Treat women like idiots.
11. Definitely comment with fervor. YOUR OPINION COUNTS.
12. CORRECT THAT PUNCTUATION AND GRAMMAR, why not?! SAVE HUMANITY!
13. fat jokes
14. Hate religion because religion hates others because you hate religion because they hate everything because you hate them. EVERYONE IS NOT AS GOOD!
14. Make a list and watch people fix numbers and add things to it…

Link

O NOAA (National Oceanic And Atmosphere Administration), a mesma entidade norte-americana que mostra o percurso do Pai Natal durante essa época festiva, publicou uma coleção de imagens de satélite da cidade de Nova York antes e depois da passagem do Furacão Sandy. A coleção, assustadora e fantástica ao mesmo tempo, consiste em GIFs que, de quatro em quatro segundos, mostram uma determinada zona da cidade antes e depois da catástrofe.

curiosidades

Nova York antes e depois do Furacão Sandy

Image
divagações, geekices, opinião

O Facebook não é um diário, pá!

Uma das coisas que mais me chateia (não levem isto de forma muito literal, ok?) no Facebook é alguns contactos meus fazerem desta rede social um diário pessoal aberto a quem quer ler – e também a quem não quer. É raro o dia em que não vejo uma indireta para alguém, um desabafo qualquer (na minha opinião) demasiado pessoal para ser publicado ali, uma imagem com um texto todo bonito e estúpido para picar alguém, ou outra coisa qualquer.

Bem, cada um faz daquilo o que quer. Eu, por exemplo, publico bastantes links no Facebook. É uma das muitas utilizações que dou à infame rede social do Zuckerberg. Conteúdos de esferas mais privadas, isso já evito. Sabem porquê? Porque não sinto necessidade de contar ao mundo se estou deprimido ou extasiado, nem tenho especial gosto em mandar indiretas (se tiver alguma coisa a dizer, digo à pessoa na cara. é muito mais simples e prático!). E porque privado é diferente de público…

A minha “luta” para tentar educar um pouco as pessoas para isto não tem tido propriamente grandes frutos. Não é que me incomode assim tanto o hábito que têm; quanto a isso, facilmente se contorna com os filtros da rede social. É mais pelo potencial de risco que isso acarreta para as pessoas, que muitas vezes nem têm noção disso.

Os riscos

internet privacy
link | licença

Fazer do Facebook um diário pessoal aberto a todos os contactos tem diversos riscos. Por exemplo, qualquer colega de trabalho vosso pode ver informação mais sensível e, com isso, quiçá, tentar prejudicar-vos. Ou o vosso patrão pode ver qualquer coisa de que não gosta e acabarem por ter o vosso lugar em risco. Se forem trabalhadores independentes, podem perder muitos clientes desta forma.

Isto são apenas três exemplos rápidos. Um outro, bem mais grave, é que a informação que lá colocam fica lá. Mesmo que a apaguem, ela já foi partilhada com os “parceiros” do Facebook e existe em diversos backups. Lembrem-se, vocês não são os utilizadores da rede social, são o produto e a vossa informação vale muito dinheiro – até mesmo aquela boca que mandaram a alguém através de uma atualização do estado.

Para além destes, existem outros riscos associados à partilha de informação privada num espaço demasiado público como é o Facebook: os mesmos que teriam se fossem para o meio da rua gritar que há pessoas falsas. Vá, talvez não fossem para a rua gritar isso, mas a verdade é que o fazem nesta rede social. Podem dizer-me que não é a mesma coisa. É verdade, não é. É mais fácil fazê-lo no Facebook porque só têm que mexer os dedos e pouco mais. Ir para a rua gritar já implicaria mexer as pernas e apanhar ar fresco. Algumas pessoas já nem devem estar habituadas a tal coisa porque o Farmville requer atenção constante.

Como não fazer do Facebook um diário

Se ficaram com medo, muito bem, devem ter. Continuem a escrever um diário pessoal no Facebook e, mais dia, menos dia, a coisa acaba por vos correr mal. Para evitar isso, deixo-vos algumas pequenas recomendações.

A primeira é: não têm que partilhar tudo. Se ficaram chateados(as) com alguém, têm esse direito. Agora, publicarem indiretas… É preciso dizer mais alguma coisa ou já perceberam que isso é pura e simplesmente algo tão idiota de se fazer como ir para a rua gritar o que, de outra forma, escreveriam na atualização de estado do Facebook?

Outra dica é escreverem mesmo um diário, mas longe da vista dos outros. Se preferirem em papel, presumo que já saibam como se desenrascar. Se optarem por software, para computador e/ou telemóvel, o site alternativeto.net tem várias aplicações. Podem, por exemplo, pesquisar por “journal” ou “diary“. É à vontade do freguês e a €3 o par.

divagações, opinião

Ramblings about Firefox and a message to Mozilla (updated)

Update: It seems I was a bit unfair. Apparently, the slow performance was due to Flash Player, that piece of proprietary crap that’s been hard to wipe from the face of the web. But Firefox still has some performance related problems to fix.

Hello, Mozilla.

My name is Bruno Miguel, a Portuguese citizen using Firefox before version 1.0. For years, I’ve been recommending your browser to anyone I knew/know, not only because it’s free software, but also because I really thought of it as an excellent browser. I even helped the Mozilla’s Portuguese community in translation and blogging.

Well, not anymore. Today, I probably reached the limit of my patience with Firefox. Maybe I should’ve reached it a few releases ago, when people started to be more vocal about the browser’s performance issues. Instead, I chose to give it yet another change. I know this things happen and the devs were quick to say they would improve it.

Truth be said, for a few releases I saw an improvement. But version 18.0.1 (in Ubuntu GNU/Linux) is just a piece of pure slow performance crap. I mean it! Even after continuous profile maintenance, VACUUM the crap out of the *.sqlite files and disabling extensions, it’s slower than an old man with crutches. And I’ve seen this not only with my GNU/Linux system, but with other distributions and OSs. So, maybe it’s not just my problem.

I really don’t know what you want to do with the browser, Mozilla, but I think increasing the user base it not your objective. Maybe you want to force people to switch to other browsers, because that’s what I’m considering doing. Everyday, I see myself using more of Chromium, Epiphany, Midori and Rekonq, and less of Firefox. I’m just tired of poor performance.

The next stable Firefox version you release will be your final chance. If things don’t improve, I’ll be another user ditching Firefox for, probably, Chromium. But you probably don’t care, since more and more people are doing it and I have yet to see a strategy to avoid that. Maybe rewriting all the code would be a good start…

curiosidades

A torre dos 7 carvalhos

torre de guinigi 1
link | licença

Em Itália, a Torre de Pisa não é a única com características singulares. Na cidade de Lucca, Toscana, existe uma torre com sete carvalhos no topo, chamada Torre de Guinigi.

O ano de construção foi 1384. Na altura, este tipo de edifícios proliferava por toda a cidade; eram mais de 250 as torres erguidas em Lucca. No entanto, esta era a maior, com 44,5 metros de altura, e um símbolo do poder da família mais influente da cidade: os Guinigi. Também, é uma das poucas que ainda se mantém erguida. Continue reading