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I fucking hate ads and what I did about it

I fucking hate ads. I really do (fucking) hate them. They make the browsing experience far worst than it would be without them, they track the user everywhere (not just ads – winks at Facebook) and they make the mobile platforms much more annoying.

To hide them, I usually have an adblocker installed in the browser and a dedicated one in the phone (provided I have root). Now, I have one more tool: adhosts.

This is not my original work. The original author is levin. I just improved what he wrote and published the changes to a repository on Github, so anyone can use it and/or improve it.

The tool is a simple bash script that downloads some files, merges them and appends the result to your /etc/hosts file. You’ll need bash, curl and an internet connection. And make no mistakes, this will not block all of the ads. An adblocker in the browser is still recommended. This tool is a complement to your existing adblocking arsenal. Download it.

The license is LGPLv3, as the original tool.

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How to get good font rendering in Void Linux

This guide assumes you are using Void Linux (you can probably replicate it in other distributions; just check the paths), have Freetype installed and using some sort of Window Manager or Desktop Environment. If you don’t, sudo xi them. After that, fire up a terminal and create a symbolic link, from the following files in /usr/share/fontconfig/conf.avail/, to /etc/fonts/conf.d:

  • 10-hinting-slight.conf
  • 10-scale-bitmap-fonts.conf
  • 10-sub-pixel-rgb.conf
  • 11-lcdfilter-default.conf
  • 20-unhint-small-vera.conf
  • 21-cantarell-hinting.conf
  • 30-metric-aliases.conf
  • 30-urw-aliases.conf
  • 31-cantarell.conf
  • 40-nonlatin.conf
  • 42-luxi-mono.conf
  • 45-latin.conf
  • 49-sansserif.conf
  • 50-user.conf
  • 51-local.conf
  • 57-dejavu-sans-mono.conf
  • 57-dejavu-sans.conf
  • 57-dejavu-serif.conf
  • 60-latin.conf
  • 65-fonts-persian.conf
  • 65-nonlatin.conf
  • 69-unifont.conf
  • 70-no-bitmaps.conf
  • 80-delicious.conf
  • 90-synthetic.conf

In ~/.config/fontconfig/conf.d/, I’ve symlinked these files (again, from /usr/share/fontconfig/conf.avail/):

  • 10-hinting-slight.conf
  • 10-sub-pixel-rgb.conf
  • 50-user.conf (using it to default Helvetica, Arial and Verdana to Clear Sans)
  • 60-latin.conf
  • 70-no-bitmaps.conf

My .Xresources file:

Xft.autohint: 1
Xft.antialias: 1
Xft.hinting: true
Xft.hintstyle: hintslight
Xft.rgba: rgb
Xft.lcdfilter: lcddefault

Also, I’ve created the /etc/profile.d/freetype2.sh file with this content:

# Subpixel hinting mode can be chosen by setting the right TrueType interpreter
# version. The available settings are:
#
# truetype:interpreter-version=35 # Classic mode (default in 2.6)
# truetype:interpreter-version=38 # Infinality mode
# truetype:interpreter-version=40 # Minimal mode (default in 2.7)
#
# There are more properties that can be set, separated by whitespace. Please
# refer to the FreeType documentation for details.

# Uncomment and configure below
export FREETYPE_PROPERTIES="truetype:interpreter-version=38"

Open the screenshot in fullscreen

Cheers! 🙂

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A Stylish extension theme to “fix” the new round Twitter

Twitter introduced a new design to the web and mobile interfaces, making them more round. The changes were received with the expected polarization: some love it, some hate it. Just like sushi, it seems that there are few people in a middle ground stance.

I admit I like the new design, but not everything with it. For starters, I find that the typeface doesn’t fit well with the changes, as some other elements that kept the square look. So, to fix it and to decrease the roundness of some elements, I created a stylish theme for the social network.

Stylish is a browser extension for Firefox, Chrome and some other browsers (any browser based on the previous two will probably allow you to install it), that allows you to create and/or install themes to change some or all of the look of any website.

To install my theme, you just need to access it on userstyles.org website and click on the install button.

música

“Sonata ao luar” com uma roupagem diferente

O Beethoven vestiu umas calças largas, uma camisola de cavas e um cap, como qualquer sócio que se preze. Só não mandou umas rimas porque não era Hip Hop e a voz dele, convenhamos, já não é a mesma que era no século 18. Mas girou umas ganzas e acabou a comer o amigo. Afinal o iluminado Quintino Aires tinha razão.

O resultado da experiência homossexual do compositor alemão é esta remistura da autoria de Solarfist. E, arrisco, umas olheiras enormes – um pão de meio-quilo em cada olho, como diria a minha avó materna.

divagações

Qualquer cena de pancadaria fica melhor com a música de Mortal Kombat

 

Num dos países rei da falta de noção e bom-senso, os Estados Unidos da América, houve pancadaria numa festa de graduação de um liceu de Arlington. A cena é triste, como poderás ver nalguns vídeos colocados online.

Tudo terá começado, avança o site MSN.com, por causa de lugares guardados. Primeiro gerou-se uma discussão, que passou rapidamente a empurrões, murros, puxões de cabelo e… bem, mais coisas deprimentes. Foi uma sorte não terem magoado nenhuma criança.

Ao ver o vídeo, pensei: será que esta deprimência não ficaria melhor se tivesse a música de Mortal Kombat? Adicionei a música a um dos vídeos e fica realmente melhor. Suspeito que o resultado seja o mesmo com outras situações idênticas.

divagações

Sobre o Eurovisão e o Salvador Sobral

Não via o Eurovisão há mais de 10 anos; mais de 15 até, julgo. Nunca achei grande piada àquele espetáculo todo, com a música a parecer um acessório e não o contrário. Até vir o Salvador Sobral. O rapaz tem uma voz excelente, mas melhor que isso foi ter ido para palco despojado de merdas e lantejoulas. E esse nem é o maior feito dele na final: o maior foi ter-me feito voltar a ver o festival.

divagações

Retunde esse corretor ortográfico

O ano é 2016. Quase a acabar. Já ultrapassamos metade desta década cheia de evolução tecnológica. São poucos os que não têm um smartphone ou um tablet. Neles, já vêm integrados corretores ortográficos, que também encontramos nos browsers que usamos nos nossos computadores. E mesmo assim ainda há quem escreva ‘retunda’ para se referir àquelas coisas redondas e chatas que apanhamos na estrada, onde muitos idiotas param os automóveis para fazer ou atender chamadas, e que pouca gente parece ter percebido como funcionam com aquela outra coisa ainda mais chata que é a prioridade. Sabem, as rotundas. Até deixam o gato parvo.

Grammar nazi out.

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Moeditor, o melhor editor Markdown do mundo

Há pouco tempo, talvez 3 meses, achei que tinha de encontrar uma maneira de unificar a forma de escrita de notas rápidas, apontamentos e posts. Essa solução teria que me permitir definir algum tipo de estrutura, ser simples, portátil e, acima de tudo, future proof.

Não precisei de pesquisar muito para redescobrir Markdown.

Para quem não conhece, Markdown é uma linguagem markup criada por John Gruber e Aaron Swartz. O texto é escrito normalmente, como seria se estivessem a usar o bloco de notas ou um editor semelhante, e recorre a um sistema de caracteres super simples para a formatação, pensado na conversão para HTML.

Depois de optar por Markdown, faltava o editor. Mais uma vez teria que ser algo simples, porque a intenção é escrever e não fazer manutenção ou ter que usar o rato/trackpad. Foi assim que descobri o Moeditor, o melhor editor markdown do mundo! 🙂

O Moeditor está disponível para Linux, OS X e Windows. Mais, é software livre [ou opensource, se preferirem]; a licença é a GPLv3. Win Win (salvo seja!).

A aplicação tem as seguintes características:

  • utiliza a versão do GitHub para Markdown;
  • permite personalizar o tamanho e tipo de letra, e a altura da linha;
  • inclui pré-visualização em tempo real, simultânea e alternada;
  • disponível em vários idiomas;
  • vem com temas para destaque de código de algumas linguagens de programação;
  • e suporta expressões matemáticas para TeX.

O Moeditor está disponível no Github. Podem descarregar uma das várias versões disponíveis na página releases, ou clonar o repositório e ir acompanhando as alterações à medida que vão sendo feitas. Se optarem pela segunda, não se esqueçam de instalar as dependências.