Bitwarden, um gestor de passwords gratuito e cheio de funcionalidades

As passwords são tão importantes quanto são difíceis de gerir. Este é um dos motivos que nos leva a utilizar as mesmas palavras-passe repetidamente e a descartamos a complexidade em favor do facilitismos quando escolhemos/criamos uma.

As passwords também são difíceis de escolher. As regras recomendadas há uns tempos atrás, em que nos diziam para combinar maiúsculas com números e caracteres especiais (o # ou o _ sendo dois exemplos), já não são párias para um pequeno cluster de placas gráficas a processar informação para o hashcat.

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How to install an operating system to a USB drive

Sometimes, maybe for maintenance or data rescue reasons, you may want to have a USB thumbdrive with a GNU/Linux distribution installed. I’m not referring to writing a live ISO to a USB drive; I really mean having the distribution installed like it would be on an hard drive. An easy way to achieve this is using the virtualization software Qemu. Example:

sudo qemu-system-x86_64 -boot d -cdrom void-live-x86_64-20171007.iso -hda /dev/sdb -m 800

In this example, the -hda /dev/sdb part tells Qemu that the device /dev/sdb (the USB drive) must be used as an hard drive.

If you prefer Ubuntu, Fedora, Arch or any other distribution, you can install them this way too. There may be a need to adjust QEMU arguments, but in that case Google is your friend.

This also works with other operating systems that are not Linux based. OpenBSD, version 6.3, can be installed in a USB drive using the same parameters and booted after that.

Kalashnikov unveils a retro-styled electric car

kalashnikov cv-1

Russian weapons manufacturer Kalashnikov unveiled a line of electric and hybrid cars, buggies and motorcycles this week. One of those vehicles is a retro-styled concept car named CV-1, capable of running for 350 kilometers with a single charge and accelerating from 0 to 100 km/h in 6 seconds. And it doesn’t look that bad.

Canhoto ou destro, tudo depende da espinha dorsal

A espinha dorsal – e não o cérebro, como se pensava até agora – é que define se somos canhotos ou destros. Esta conclusão foi avançada num artigo da autoria investigadores da Universidade Ruhr de Bochum, juntamente com outros investigadores da Holanda e África do Sul.

Um estudo publicado no eLife no ano passado sugere que, ao contrário do que se pensava, não nasces canhoto(a) ou destro(a) devido às diferenças genéticas entre os dois hemisférios do teu cérebro, mas sim a um mecanismo na espinha dorsal.

Para saberes mais sobre este estudo e como funciona este mecanismo, lê o texto que escrevi no Espalha Factos.