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Música com cheiro a Verão: Work Drugs – Boogie Lights

Work Drugs é um projecto musical de Filadélfia, Estados Unidos da América, composto por Benjamin Louisiana, Thomas Crystal, Katie Nicks, Kansas City e Jonas Ohh. A sua sonoridade insere-se no Sedative-Wave/Smooth-Fi, sempre numa toada animada e positiva a cheirar a Verão e boa disposição.

Os trabalhos desta banda estão disponíveis no Soundcloud, de onde podem inclusive descarregar gratuitamente algumas faixas.

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Cakes and Tapes: uma editora portuguesa com boas surpresas e cassetes

cakes and tapes

Graças a uma publicação do Miguel Caetano no Facebook, descobri uma editora portuguesa, sediada em Aveiro, chamada Cakes and Tapes. Como o nome sugere, esta editora dedica-se à comercialização de edições limitadas de álbuns em formato cassete. Espero que não tenham pensado que vendiam bolos – se bem que incluir um pastel hermeticamente selado em cada cópia enviada aos clientes não era mal pensado.

A Cakes and Tapes tem debaixo da sua alçada alguns projectos musicais já com vários álbuns editados. Um deles, Plastic Flowers, despertou-me curiosidade e em boa hora. A sonoridade deles insere-se no Shoegaze, bastante melódica como manda o estilo. E o melhor é que o álbum “Natural Conspiracy” – dos vários que já lançaram, o único que tive oportunidade de ouvir até ao momento – está licenciado com a Creative Commons, como a maioria dos álbuns comercializados pela editora.

Uma outra banda representada em formato K7 pela editora é o projeto nacional Birds Are Indie. Mas estes, meus conterrâneos, já os conheço e recomendo. Mesmo que não gostem de Indie Folk, não percam a oportunidade para os ouvir, nem que seja um pouco.

Algo interessante sobre a Cakes and Tapes é que é um projecto a solo do Diogo Soares Silva. Dêem então um salto até ao site da editora e explorarem todos os lançamentos. Depois, podem encomendar uma ou mais cassetes, tendo sempre em conta que são edições limitadas e o design é personalizado. É de salutar uma editora que acrescenta valor aos seus produtos, em vez de ser sempre a mesma coisa processada até quase ao infinito.

Para terminar este post, deixo-vos com o álbum Natural Conspiracy, dos Plastic Flowers, que mencionei no início do texto. Podem encomendá-lo no Bandcamp por apenas €7, em formato K7, sem quaisquer custos de portes de envio.

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Ex.fm – Listen all the music

Encontrar variedade e qualidade (mais – ou menos – constante) de música em Portugal não fácil.

As rádios portuguesas são o que são, com pouca variedade na oferta musical e ainda menos qualidade. É isto que sinto em Coimbra. Ouvir rádio, só mesmo quando vou a conduzir, porque gosto de ter sempre um barulho de fundo que não incomode mas também não distraia.

Há sempre os espectáculos como alternativa. A questão é que, embora alguns não sejam pagos, há sempre o dinheiro gasto em deslocações e/ou comida e bebida, para além de custos com tabaco, por exemplo. Totalmente gratuitos, dificilmente são, e o pior é que podem ser aquilo que não se quer ouvir.

Resta a compra de músicas (por recurso a métodos mais – ou menos – legais). Ou restaria, se não estivéssemos em crise e sem dinheiro no bolso. Anda tudo de tanga e, se mal há dinheiro para comida, como pode haver para música?

Bem, estar teso(a) não quer significa deixar de ouvir música. Qualquer pessoa tem a colecção musical que construiu ao longo dos anos e isso deverá servir. Ela própria já deverá ter alguma variedade, mas o melhor é que é construída ao gosto de cada um. Há sempre uma música que se queira ouvir.

Nem todos têm maior intolerância a novidade. Eu, no que toca a música, gosto de descobrir coisas novas. Quem partilha deste gosto tem ao seu dispor um site com boa qualidade e variedade musical, chamado Exfm.

À semelhança do Grooveshark, o Exfm também permite pesquisar e ouvir músicas. No entanto, tem outras funcionalidades que o tornam mais apetecível que o anterior. Por exemplo, existe uma mixtape mensal mantida por curadores do site; uma recomendação diária, onde um site de música recebe destaque e é possível ouvir o que publicou; o álbum recomendado, que também se pode desfrutar; recomendações dos curadores; filtro por estilos.

Como podem constatar, as funcionalidades que possui são interessantes. A cereja no topo do bolo é, no entanto, ter esta colecção musical disponível em qualquer local, isto porque existe uma aplicação disponível para Android – e até para uma outra plataforma móvel, criada por uma empresa sediada em Cupertino.

Visitem.

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Lado B, mais uma vez

Depois de há uns meses o Pedro Esteves ter anunciado o fim do seu podcast, o Lado B, eis que soube que ele está de volta. Folgo em saber que este projecto, para mim o melhor podcast de música nacional, afinal fez somente uma pequena pausa e voltou cheio de força. E em que boa altura ele voltou.

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Bom início de semana

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Para começarem a semana com tranquilidade – mas sem penteado com risco ao meio -, deixo-vos uma pérola do projecto Wax Taylor, um dos cognomes do produtor francês Jean-Christophe Le Saoût.

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Moby disponibiliza gratuitamente mais de 120 músicas

O músico norte-americano Moby decidiu disponibilizar gratuitamente mais de 120 músicas. Este catálogo é direccionado para qualquer pessoa que produza um filme ou uma curta-metragem não-comercial ou sem fins lucrativos.

De acordo com o artista, qualquer cineasta independente ou estudante pode dirigir-se ao site MobyGratis.com, fazer o registo e descarregar qualquer música disponível. O custo será zero, desde que esta não seja usada num filme comercial.

Para quem produz cinema com fins lucrativos, o artista oferece a possibilidade de licenciar as músicas. O dinheiro, diz, será depois doado.

via Open Culture