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Notes Up – um bloco de notas com suporte para Markdown

Os blocos de notas fazem parte da vida de muitas pessoas. Seja num formato analógico ou digital – com ou sem sincronização – já não passamos sem eles para organizar as nossas ideias e até alguns projetos pessoais.

Evernote, Google Keep, Moleskine, um simples caderno, post-its. As escolhas são imensas, cada uma com as suas vantagens e desvantagens.

Hoje, apresento-vos mais uma opção, o Notes Up. Esta aplicação está disponível para GNU/Linux e será de particular interesse para os utilizadores do Elementary OS, uma vez que foi desenhada com esta distribuição em mente.

As funcionalidades são as seguintes:

  • multiplos blocos de notas
  • suporte para markdown
  • exportação para PDF
  • temas
  • partilha de notas por email ou bluetooth
  • sistema de favoritos para as notas
  • organização hierárquica dos blocos de notas

Ao contrário de muitas aplicações semelhantes, não tem sincronização disponível. Mas isso não impede que o façam. Podem recorrer, por exemplo, ao rsync ou outra solução idêntica para terem as vossas anotações acessíveis noutros dispositivos.

Para instalarem o Notes Up na vossa distribuição, basta seguir as instruções disponíveis no repositório git da aplicação.

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Lollypop, um doce de leitor

O projeto GNOME tem mantido o Rhythmbox como leitor de música padrão há vários anos, mas recentemente começaram a desenvolver o GNOME Music para substituir o anterior. Este novo leitor integra-se melhor com o gestor de desktop, mantendo o interface mais simples comum às novas aplicações GNOME.

A simplicidade do GNOME Music também faz com que fique aquém das funcionalidades do Rhythmbox, apesar de ganhar aos pontos no look e facilidade de utilização.

O Lollypop, desenvolvido por Cédric Bellegarde, oferece um equilíbrio entre estes dois leitores, juntando várias funcionalidades a um interface semelhante ao GNOME Music.

Este leitor integra-se com a Wikipedia e o Last.fm para mostrar a informação sobre o artista ou banda que estão a ouvir; descarrega a capa dos álbuns do Last.fm, Itunes e Spotify; suporta vários formatos; sincroniza a vossa colecção com dispositivos móveis através de MTP (ex.: smartphones Android); entre outras funcionalidades.

O melhor para mim, no entanto, é o suporte para rádios online, já que atualmente só ouço música através de streaming. As rádios podem ser adicionadas manualmente ou podem usar a integração com o TuneIn para as adicionar.

A aplicação pode ser compilada ou podem recorrer a um dos pacotes disponibilizados para vários sistemas operativos.

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Leanote, uma alternativa de código aberto ao Evernote

Julgo que já lá vão 2 ou 3 anos desde que ando à procura de uma aplicação de código aberto para usar em substituição do Evernote. Cheguei a analisar algumas, mas ficavam sempre aquém do que necessito. Até que “tropecei” por acaso no site alternative.to e reparei no Leanote.

Esta aplicação, escrita em Golang e com base de dados MongoDB, permite aos utilizadores alojarem a sua própria instância ou usar o site leanote.com para registar conta. Para além disso, ainda tem cliente para desktops GNU/Linux, Mac OS X e Windows – sendo que este segundo é desenvolvido com recurso a tecnologias web mais “tradicionais”.

Um dos pontos negativos deste software é ainda não ter binário para Android. Contudo, existe um repositório no Github onde esta aplicação móvel está a ser desenvolvida e os mais destemidos podem compilá-la.

Apesar do aspeto um pouco menos aprimorado da aplicação web, já troquei o Evernote pelo Leanote. Admito que os alarmes nas notas, como o Evernote tem, dariam jeito. A fluidez deste interface, o suporte para Markdown e uma quota maior de espaço mensal para notas e anexos [no caso do leanote.com], no entanto, fazem esquecer isso facilmente. Recomendo.

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O meu media center

Media Center com Ubuntu e KDESC
Uma foto do meu media center

Há algum tempo que tinha vontade de implementar um media center, numa vertente “faça você mesmo” – também vulgarmente conhecida como DIY (Do It Yourself) -, mas a verdade é que nunca tive muita necessidade de o fazer. Até há uns dias, quando a televisão da sala deixou de dar imagem.

A tv em causa é antiga, ainda usa um sistema CRT. A idade não perdoa e o cinescópio foi desta para melhor. Só ficou a dar som, mas rádio não é bem a minha onda, por isso aproveitei a oportunidade para implementar o meu media center.

Entre adquirir um Raspberry Pi ou outro SoC desenhado como Small Form Factor, e usar o meu computador fixo que praticamente já não tem utilização, optei pelo segundo – até porque era a opção mais imediata.

O hardware que compõe a máquina é o seguinte:

  • Processador: AMD Sempron 140 a 2.7GHz (com overclock a 2.88GHz);
  • Memoria RAM: 4131MB;
  • Gráfica: GeForce GT 220;
  • Placa de som: SB Live 5.1 (já com 10 anos e ainda funciona).

Neste computador, tenho o Ubuntu 14.04 LTS instalado e estou a usar o KDESC como ambiente gráfico. No que toca a aplicações, uso o browser para ver os streams e ouvir música, e o Kodi (antigo XBMC) e o PopcornTime mais para ver filmes.

Este é o setup mais simples e rápido que imaginei, e ao fim de quase duas semanas considero-o um sucesso. Ainda para mais quando não sou a única pessoa a utilizá-lo, e os outros utilizadores estão apenas habituados a Windows. Apesar disso, conseguem usar tudo com a mesma facilidade (ou até mais) com que usam os sistemas operativos a que estão habituados.

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Plasma Next

Depois de uma pequena conversa com o Paulo Trindade, no Twitter, decidi experimentar a segunda beta do KDE Plasma Next no Ubuntu 14.04. O teste durou alguns minutos, mas foi suficiente para ter ficado agradado com o que vi. Até fiz um screencast que incluí no post.

A performance da próxima versão do KDE não é a melhor e existem alguns bugs gráficos, mas é expectável para uma versão beta. No geral, a experiência é positiva. Só ficou a faltar o Dolphin, o gestor de ficheiros tradicional do KDE, mas talvez seja apenas por não ter instalado algum pacote.

Para instalar o Plasma Desktop, usei um PPA do Project Neon. As instruções para a linha de comandos (acho que é a forma mais prática de o fazer) são as seguintes:

sudo add-apt-repository -y ppa:neon/kf5-snapshot-weekly; sudo apt-get update; sudo apt-get install project-neon5-session project-neon5-utils project-neon5-konsole

Ressalvo mais uma vez que esta versão ainda está em franco desenvolvimento, por isso esperem alguns bugs. Bons testes.

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Moloko, o melhor gestor de tarefas que poderão usar

Ultimamente, tenho sentido necessidade de uma ferramenta para me ajudar com o planeamento e gestão de afazeres/tarefas. À medida que elas vão aumentando em número, aumenta também a probabilidade de me esquecer total ou parcialmente de uma ou mais. E a verdade é que a memória já foi melhor.

Uma das coisas que aprecio neste tipo de ferramentas é a possibilidade de criar sub-tarefas e/ou inserir notas com informação adicional. A utilidade destas funcionalidades no desenvolvimento de um projeto é enorme! Igualmente útil na gestão das tarefas de casa, que são sempre muitas como alguns de vocês sabem. Mas, na minha humilde opinião de melhor blogger do mundo, a melhor coisa que uma lista de tarefas pode ter é contexto. Refiro-me não só a tags e listas, mas também a locais.

Pesquisei durante várias semanas por uma ferramenta que me permitisse tudo isto e só encontrei uma que me enche as medidas e já conheço há muito tempo: Remember The Milk. Esta aplicação já tem uns anos e, antes do advento do Android, usava o interface web com alguma frequência. No entanto, à medida que me fui habituando a fazer muitas destas coisas no telemóvel, deixei de a usar porque nunca encontrei um cliente gratuito decente. Podia subscrever uma conta premium no serviço e usar a app oficial, mas se não queria pagar por um cliente também não ia pagar uma subscrição. Entretanto isso mudou, como vou de seguida relatar.

Antes de bajular a aplicação, quero mencionar que experimentei várias outras: Wünderlist, Google Keep, os inúmeros clientes para o Google Tasks, Produkteev, Asana, etc. Cada um deles tem características interessantes, mas ficavam sempre àquem do que pretendo e necessito ou então tinham funcionalidades pagas. Acreditem ou não, algumas só têm alarmes para contas premium. Não acho que faça qualquer sentido cobrar por coisas básicas quando disponibilizam contas gratuitas; ou faturam tudo logo de início ou então não estão com estas merdas.

Quando já estava para desistir, decidi dar uma vista de olhos no F-Droid e encontrei a (aplicação) Moloko. Este cliente para o Remember The Milk é software livre, gratuito, todas as funcionalidades do serviço (ainda não me apercebi da falta de alguma) estão lá, usa a sintaxe do RTM e tem o nome de uma banda porreira. Só coisas boas!

Bem, a aplicação peca numa coisa: quando se define a data limite na criação da tarefa, não é possível definir imediatamente uma hora. Assim que a gravam, no entanto, passa automaticamente para o modo de edição e, aí sim, já é possível. Um pequeno inconveniente que nem o chega a ser. Ah!, e não tem widgets incluídas, mas isso não me faz qualquer diferença.

Depois de uma semana a utilizá-la, já a considero uma aplicação essencial. E, ao contrário de várias que testei, não notei qualquer impacto a nível da duração da carga da bateria. É a minha espécie de secretária pessoal. Recomendo-a vivamente!

Download
Página oficial do projeto

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Atualizar o Samsung Galaxy S para Cyanogenmod 11 (Android Kit Kat)

Antes de começar com as instruções, quero esclarecer que elas presumem o seguinte:

  • Possuem um Samsung Galaxy S (GT-I9000);
  • Sabem o que estão fazer;
  • Não me vão reportar bugs. Existem alguns locais para o efeito;
  • O telemóvel já tem root feito;
  • Têm a versão 10.2, estável, da rom Cyanogenmod, com o kernel padrão (se possível, sem overclock);
  • Vão instalar uma nightly da versão 11 do projeto Cyanogenmod, que confirmaram anteriormente ser compatível com o upgrade direto no ClockWorkMod (CWM);
  • Têm a versão 6.0.4.5 do CWM instalada;
  • Descarregaram as GApps compatíveis com o Android Kit Kat.

Agora que ficou tudo esclarecido e descarregaram os ficheiros necessários (as links estão mesmo acima, no último e antepenúltimo pontos), devem fazer um backup. Para isso, têm que desligar o telemóvel e utilizar a combinação “Volume Up + Home + Power” para entrar dentro do ClockWorkMod. Depois, escolhem a opção “Backup and Restore”, e de seguida “backup to /storage/sdcard0” ou o equivalente que estiver configurado no vosso telemóvel.

A criação da cópia de segurança demora algum tempo. É recomendado que o façam com o telemóvel ligado a uma fonte de energia constante. A espera compensa, caso alguma coisa corra mal; basta só restaurar o backup e ficam com tudo como estava antes.

Depois disto, devem escolher (e confirmar) as opções “wipe data/ factory reset”, “wipe cache partition” e “advanced” > “wipe dalvik cache”. Este passo serve para limpar o sistema operativo e garantir que não há – esperemos – erros nas aplicações devido a configurações incompatíveis com as novas versões.

O passo seguinte é a instalação da rom. Escolham a opção “install zip” > “Choose Zip from Sd/Ext Sd”, naveguem até à pasta onde têm o ficheiro para atualização, selecionem-no e façam a confirmação.

Para instalar as GApps, o processo é bastante semelhante ao de cima, mas devem escolher o ficheiro com as aplicações da Google que descarregaram anteriormente.

Quando terminarem, recomendo que limpem novamente a cache do Dalvik, etc, só para ter a certeza de que a aplicação de chamadas funciona. Assim que instalei os ficheiros, reiniciei sem o fazer e poucos segundos após começar uma chamada, ficava sem qualquer áudio. Isto obrigou-me mesmo a ter que refazer a instalação do início. Recomendo, como tal, ter especial atenção a este passo.

O primeiro arranque, aviso desde já, pode ser um pouco mais demorado. Não se sobressaltem se isso acontecer.

Se por acaso tiverem algum problema com as aplicações depois de instalado o Cyanogenmod 11, restaurem o backup feito inicialmente e comecem de novo o processo de instalação. No entanto, depois de limparem a cache do Dalvik e assim, apaguem também a pasta “/system”. Mas atenção que ao fazerem isto ficam sem todas ou quase todas as aplicações que tiverem instaladas.

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Spigot, um leitor de feeds minimalista

Há algum tempo que procuro um software livre que me permita manter uma lista restrita de fontes de conteúdos e que seja funcional tanto no desktop como no telemóvel e/ou tablet. Assim uma espécie de News360, só que mais simples – quer na estética, quer na utilização.

Hoje acabei por descobrir uma plataforma ótima para o efeito. O projeto chama-se Spigot e é muito recente.

O facto de ter muito pouco tempo de vida faz com que faltem algumas funcionalidades. No momento em que escrevo este post, ainda não tem sequer suporte para paginação, mas o autor garante que a vai adicionar muito brevemente.

Apesar destas limitações, normais na fase inicial de desenvolvimento, o projeto promete. Deixou-me tão boa impressão que já contribui com um tema novo para ele e vou tentar também criar um ícone. O facto do autor ser acessível e ter respondido a todas as minhas sugestões de forma positiva também ajudou a ter esta opinião, admito. E isso é uma coisa boa: alguém disponibilizar algo e aceitar feedback dos utilizadores.

Coloquei uma demo online, para que possam testar a aplicação.

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A vantagem dos “delta updates”

Como eu já tinha mencionado num post anterior, instalei o Fedora 20 – ainda em Alpha -, substituindo o Elementary OS Luna. Não o fiz por desagrado com a distribuição, que por acaso gostei muito de utilizar (é “leve”, simples de utilizar e bastante agradável a nível estético), mas por curiosidade em experimentar o Gnome 3.10 e as Client Side Decorations (CSD).

Mas o Fedora tem outra coisa de que gosto bastante e da qual tinha saudades, porque as distribuições baseadas em Debian e/ou Ubuntu normalmente não o têm. Refiro-me aos delta updates, que não são mais que atualizações onde apenas é descarregado aquilo que é diferente em relação ao que está instalado.

Simplificando, as atualizações que são instaladas no Ubuntu não são mais que o software completo, com as alterações que foram feitas, ou a nova versão. Se a aplicação a ser atualizada tiver mais ou menos 40 megas, a atualização também vai ter mais ou menos esse tamanho. No Fedora isso não é bem assim; em vez de se descarregar a nova versão completa do software, o gestor de pacotes descarrega apenas as alterações e aplica-as. O tempo de espera é muito menor porque o tamanho dos ficheiros descarregados é sempre bastante inferior (com as devidas exceções, que normalmente acontecem com os repositórios não oficiais).

Este tipo de atualizações é muito útil para quem, como eu, tem um acesso lento à internet (por culpa de um claro e gritante desmazelo, e nenhuma manutenção minimamente decente do cobre que serve a minha área de residência). Em vez de ter que esperar 15 minutos ou mais, porque a ligação não passa 1Mb de download, espero quase sempre 5 minutos, no máximo.

A última atualização que fiz é exemplo disso:

Total download size: 23 M
Is this ok [y/d/N]: y
Downloading packages:
No Presto metadata available for rpmfusion-nonfree-rawhide
updates-testing/20/i386/prestodelta | 1.1 MB 00:27
Delta RPMs reduced 7.6 M of updates to 822 k (89% saved)

Repararam na última linha? Dos 23MB de atualizações, 7.6MB passaram a 822KB. É uma diferença enorme! O tempo de download acabou por ser de 4 minutos e 17 segundos, num total de 16MB descarregados, mas podia ter sido bastante superior caso não tivesse os delta updates.

Não quero começar mais uma flamewar entre defensores do formato DEB e defensores do formato RPM. Cada um tem as suas vantagens, e aliás o próprio Debian tem algo semelhante, o projeto debdelta. Pode ser útil se utilizarem o sistema operativo universal.

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As primeiras horas com Fedora 20 (ainda em Alpha)

Aviso à navegação: instalei o Fedora 20 há menos de 24 horas, como tal o que aqui escrever hoje poderá já não se aplicar amanhã. A distribuição está em fase Alpha e as atualizações são em muito maior número, para tentar corrigir todos os erros a tempo e evitar que esta seja mais uma versão com atrasos no lançamento (não pude deixar escapar esta).

Desde que tive uma chatice com o Fedora 19 e os drivers binários da NVidia disponibilizados pelo repositório RPMFusion, que estive a usar o Elementary OS Luna e tenho que admitir que foi uma experiência positiva. O interface, baseado no Gnome Shell, é muito bom e agradável de utilizar. Tem também a vantagem de ser mais um pouco mais leve, o que é bom porque o meu computador fixo já anda a necessitar de um upgrade ao processador single core que tem.

O facto do Elementary OS Luna ser baseado no Ubuntu 12.04 foi um dos factores principais na escolha. Esta versão é a atual LTS (Long Term Support) da Canonical, o que significa que à partida é mais fiável e estável. Isto não é necessariamente verdade, mas a intenção destas LTS é serem usadas em ambientes de produção porque são mais testadas. Isto é anunciado pela própria Canonical na Wiki do Ubuntu.

Apesar de ter gostado da distribuição, há algum tempo que ando curioso para testar o Gnome 3.10 devido às CSDs (Client Side Decorations), que permitem que uma aplicação faça a gestão do botão de fechar (mas mais compacto e integrado como um botão normal da própria aplicação), tarefa normalmente atribuída ao gestor de janelas. Graças a isto ganha-se mais alguns pixeis para mostrar informação, mas também torna a barra que é mostrada completamente personalizável. Foi por isso e pelo facto desta versão marcar o 10 aniversário do projeto que, entre Ubuntu 13.10 e Fedora 20, optei por instalar o segundo. Esta versão ainda está em Alpha mas, de acordo com o que li online, a estabilidade é considerável para arriscar a utilização.

Onde achei o impacto positivo desta funcionalidade mais visível foi no Files (o antigo Nautilus, o gestor de ficheiros do Gnome). Com a utilização das CSDs, a aplicação tem mais espaço para mostrar as funcionalidades de navegação de pastas e respetivas operações; o conteúdo. Isto é um pouco difícil de explicar, mas a imagem abaixo vai ajudar a perceber.

Gnome Files

Passadas 6 horas após a instalação, posso dizer que estou a gostar. Existe um ou outro bugs, ou não estivesse ainda em franco desenvolvimento e considerada instável, mas parece-me uma versão muito promissora.

Caso tencionem instalar o Fedora 20, recomendo que leiam primeiro a página de erros comuns, para saberem com que erros contar e o que podem fazer para os evitar. As notas de lançamento são um ótimo local para confirmarem quais as novidades esperadas.