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Boas festas

boas festas

As festas de Natal são das poucas memórias que tenho da minha infância. Sempre associei esta festividade à família; mas desde os meus 13/14 anos, mais ou menos, que deixei de ligar completamente à parte religiosa. Há mais de 16 anos que me desvinculei de qualquer religiosidade, crença ou algo semelhante (a não ser a fé de que sou o melhor blogger do mundo!).

A associação à família nada tem a ver com a “sagrada família” do cristianismo. Esta referência deverá ser entendida por: pais, irmão, tios, primos, etc.

Em criança, ficava fascinado com as luzes na árvore e com toda a “magia” que se cria para os pequenos. E, claro, adorava receber presentes. Melhor que isso, no entanto, era ter toda a família reunida para a festa e divertir-me sempre imenso. Passava o dia todo a brincar com o meu irmão e os nossos primos, e à noite, depois do jantar, abria os presentes. Não podia esperar pela meia-noite porque era frequente adormecer num sofá ou mesmo à mesa no máximo até às 23h.

A dada altura, devido ao falecimento de um familiar, que tinha na altura 20 e poucos anos de idade, o Natal passou a ficar mais restrito aos pais e irmão. Coisas da vida. Isso também acabou por torná-lo mais intimista e deixar-me ainda melhores memórias.

Isto faz com que o Natal seja uma altura do ano especial para mim, pela vertente familiar. Este ano vou passá-lo com quem me é mais próximo e espero que também tenham essa sorte. Boas festas.

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